domingo, 21 de Novembro de 2010

Comemoração do Dia Mundial da Televisão


Olá viva!

A Assembleia-geral das Nações Unidas proclamou o dia 21 de Novembro como o Dia Mundial da Televisão e o Dia Internacional da Saudação.
Foi em 1883 que um jovem alemão, Paul Nipkon, transformou uma imagem em numerosos impulsos eléctricos.
Este jovem não imaginava que a sua invenção iria mudar o mundo. Com isto, deu-se o início da pré-história da televisão.
As primeiras transmissões de imagens à distância foram conseguidas por um inglês, em 1920. Entretanto em 1923, um russo-americano, Vlademir K. Zworykin, inventava o iconoscópio (conversor de imagem / vídeo câmara).


As primeiras emissões televisivas regulares iniciaram-se na Alemanha em 1935.
Os americanos, em 1954, transmitiam as suas primeiras emissões a cores.
A televisão chegou a Portugal em 1957, ainda a preto e branco.
No início dos anos 80 começaram as emissões da RTP a cores.
As televisões privadas surgiram quase uma década depois, primeiro a SIC, que inicíou
as suas emissões em Outubro de 1992 e no ano seguinte a TVI.
A televisão é sem dúvida o nosso meio de comunicação mais poderoso, completo e dinâmico, pois une num só aparelho o som e imagem.
Não conseguimos imaginar o mundo actual sem a tal “caixinha mágica”.
Hoje, Portugal está a ser notícia em todo o mundo devido à Cimeira da Nato (reunião com os 27 líderes da União Europeia e membros da Nato), que está a decorrer este fim- de-semana na FIL, Parque das Nações, em Lisboa, graças às transmissões das várias televisões que alí se encontram.
Mas, nem tudo é “cor-de-rosa”, a televisão também tem o seu lado”negro”.
Através da sua programação e publicidade bem colorida, vai impondo padrões de consumo (moda, música, alimentação e valores).
A televisão pode ser também uma forte concorrente ao convívio familiar. A boa conversa, o gosto pela leitura, a prática de estudo e de hobbies, vão dando lugar, muitas vezes sem darmos por isso, ao uso do nosso telecomando.
Como todas as coisas boas da vida, a televisão é para ser consumida com moderação.

Um beijo sem televício!
Da prof. Isilda Rosado

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